psicologo  José Roberto Andreotti - Rua Jorge Tibiriça, 123 - SP - (11)5575.0867 e 5573.0869

>>voltar página principal      

"Click" nos temas para obter informações:
>> Ansiedade   
>> Depressão  
>> Pânico e Agorafobia    
>> Fobias e Medos

>> Estresse Pós-Traumático  
>> T. Obsessivo Compulsivo    

>> Transtorno Bipolar    
>> Ansiedade Social   
>> Problemas Sexuais  

>> Estresse    
>> Transtornos Alimentares  
>> T. Comportamental e Cognitiva
Ansiedade

ANSIEDADE

                                            Estado emocional desagradável que vai do vago desconforto ao medo in­tenso. A pessoa ansiosa costuma ter uma sensação de desastre iminente, mesmo não havendo nenhuma amea­ça real, e certos sintomas físicos e psi­cológicos. Uma certa dose de ansieda­de é normal e serve para melhorar o desempenho. A ansiedade toma-se um sintoma quando começa a inibir o pen­samento e a perturbar as atividades normais do dia-a-dia

.

SINAIS E SINTOMAS

Os sintomas físicos mais comuns estão relacionados ao peito. Incluem palpitações (percepção de batimentos cardía­cos mais fortes ou mais acelerados), dores pulsantes ou lancinantes, sensa­ção de aperto e de incapacidade de ina­lar ar suficiente e uma tendência a sus­pirar ou respirar demais
A tensão muscular causa dores de cabeça, espasmos no pescoço, dores nas costas, punhos apertados e incapa­cidade de relaxar. Inquietação, tremor das mãos e uma sensação de cansaço também são comuns. O formigamento ou um espasmo dos braços segue-se às vezes à hiperventilação.
Os sintomas gastrointestinais incluem boca seca, sensação de soltura, diarréia, náuseas, mudanças do apetite, arrotos constantes e dificuldade para engolir. Alguns chegam até a vomitar ou ter for­tes dores que assemelham-se às provocadas por doenças sérias incluem transpi­ração, enrubescimento, palidez, verti­gem, cabeça leve, bocejos e uma neces­sidade freqüente de urinar e defecar. pessoas com ansiedade costu­mam ter uma sensação constante de que alguma coisa ruim vai acontecer. Podem temer estar com uma doença crônica ou perigosa (medo que é re­forçado por seus sintomas físicos) ou preocupar-se com a saúde e a segu­rança de seus familiares e amigos. O medo de perder o controle também é comum. 

Com freqüência, a ansiedade leva a um aumento da dependência em relação aos demais, irritabilidade, sensação de cansaço e uma tendência a frustrar-se com facilidadeA incapacidade de relaxar pode le­var a dificuldades para adormecer e a uma vigília constante durante a noite. Os pesadelos ocorrem com freqüência.

Sintomas estranhos, mas comuns, são a despersonalização (a sensação de estar separado de si mesmo), ou a sensação de irrealidade (a pessoa sente-se separada do mundo). Estes sintomas podem sur­gir de repente e durar muito tempo, le­vando algumas pessoas a sentirem medo de estar ficando loucas

Os sintomas da ansiedade costumam resultar de um distúrbio de ansiedade ou fazer parte de outro distúrbio psicoló­gico, como a Hipocondriase a depressão ou algum tipo de distiúrbio psicossexual.Três áreas de pesquisa diferentes con­tribuíram com teorias para as causas da ansiedade. Mensurações fisiológicas mostram que os indivíduos ansiosos têm um nível elevado de estimulação do sistema nervoso central, o que faz com que reajam mais excitadamente e se adaptem com mais lentidão aos acontecimentos. Isto leva a sintomas físicos como as palpitações, que são por si mesmas desagradáveis e reforçam a ansiedade.

As idéias psicanalíticas derivam de Freud, que cunhou o termo "neurose de ansiedade" e achava que essa con­dição tinha origem em experiências infantis não resolvidas e reprimidas. Originariamente, achava-se que a an­siedade era fruto de necessidades se­xuais insatisfeitas, mas hoje uma me­lhor compreensão da importância do vínculo e das separações entre pais e filhos levou a teorias baseadas no medo de perder objetos amados. O conflito inconsciente também pode levar à an­siedade.

Os psicólogos behavioristas descre­vem a ansiedade como uma reação adquirida, por exemplo, à dor ou ao desconforto mental. No inicio a ansie­dade leva as pessoas a uma melhoria do desempenho, mas com o tempo a reação ansiosa torna-se um hábito pro­fundamente condicionado que não pode ser controlado e é causado pelo menor contratempo. Passa assim a atrapalhar o desempenho e os proces­sos de pensamento.

As pessoas que sofrem de ansiedade podem ser ajudadas por uma argu­mentação tranquilizadora ou por uma terapia de apoio psicológico ou por uma psicoterapia ou medicação Ansiedade Grupo de doenças mentais em que os sintomas de ansiedade são a principal característica. Os distúrbios de ansie­dade incluem diversas síndromes es­pecificas, embora exista uma conside­rável superposição entre elas e os limi­tes nem sempre estejam claros.

Os distúrbios de ansiedade são co­muns e afetam cerca de 4% da popula­ção, sobretudo adultos jovens; ocorrem igualmente em homens e mulheres e a hereditariedade é um fator contribuin­te. Os sintomas tendem a variar duran­te o curso da doença

CAUSAS

Distúrbio de ansiedade generalizada(a tradicional "neurose de ansiedade" é diagnosticado quando o paciente teve pelo menos um período definido de ansiedade acompanhado de pelo me­nos um sintoma físico ou psicológico que atrapalhasse a atividade normal. As síndromes de pânico são caracteriza­das por súbitos e intensos acessos de pânico (medo e ansiedade extremos e exorbitantes). 

As fobias são dominadas por medos irracionais que levam as pessoas a evitarem certas situações ou objetos, tais como os espaços abertos ou as aranhas. O estresse pós-traumáti­co está associado a eventos específicos, tais como o estupro ou um acidente gra­ve, e os sintomas incluem a repetição do evento em sonhos e uma sensação generalizada de amortecimento e de falta de envolvimento. As principais características do distúrbio obsessivo-compulsivo são pensamentos recorren­tes e persistentes e comportamentos ritualizados e repetitivos.

TRATAMENTO 

O tratamento dos distúrbios de ansie­dade é mais eficaz quando há uma ra­zão identificável e justificada para o estresse. É mais bem-sucedido em pes­soas cuja personalidade subjacente é estável. A tranqüilização, a terapia de apoio psicológico e a psicoterapia são usados, assim como os medicamentos ansiolíticos (especialmente as benzodia­zepinas).

topo



>>voltar página principal
>>Imprimir