psicologo

José Roberto Andreotti

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Depressão

.DEPRESSÃO

> Sensação de tristeza, desespero e pes­simismo, aliada à perda de interesse pela vida e redução do bem-estar emocional.
 
> A maioria das pessoas tem, eventualmente, esse tipo de sen­timento, que pode representar uma reação normal a um determinado fato: por exemplo, é natural sentir-se dessa forma após a morte de um pa­rente ou amigo próximos, no entan­to, se a depressão ocorre sem nenhu­ma causa aparente, mostrando-se profunda e persistente, pode ser sin­toma de uma entre várias doenças psíquicas; mas caracteriza-se de fato como uma doença depressiva quan­do afeta o comportamento e o estado físico de uma pessoa.
 
 

SINTOMAS

> Os sintomas variam de acordo com a gravidade da doença.

 

> Em uma pessoa com depressão leve, os sintomas prin­cipais são ansiedade e humor variá­vel - às vezes, ela pode começar a cho­rar sem nenhuma causa aparente.

 

> Quando a depressão é mais forte, pode se manifestar uma série de sinais diferentes: perda de apetite e de con­centração, dificuldade para dormir, falta de interesse em atividades so­ciais, sensação de cansaço. Os movi­mentos e pensamentos tornam-se freqüentemente mais lentos; mas em al­guns casos, ocorre exatamente o con­trário, e o indivíduo fica extremamen­te ansioso e agitado.

 

> Nos casos gra­ves surgem pensamentos de morte e suicídio, sentimento de culpa e autodepreciação; e em condições ex­tremas, podem ocorrer alucinações e delírio (quando a pessoa acredita, por exemplo, que está sendo envenenada por alguém).

> Freqüentemente, a intensidade desses sintomas varia de acordo com a hora. A maioria das pessoas depri­midas sente-se um pouco melhor na medida em que o dia avança, enquan­to outras pioram à noite. Aos poucos, os sintomas se agravam e finalmente o doente fecha-se completamente, passando a maior parte do seu tem­po na cama.

 

CAUSAS

> Geralmente uma doença realmente depressiva não tem uma causa única e óbvia e pode ser provocada por alguns males físicos como infecção viral ou distúrbios hormonais ocorridos de­pois de um parto.

 

> Algumas drogas, como os contraceptivos orais e soníferos, também contribuem para esse distúrbio, que quando faz parte de um quadro de psi­cose maníaco-depressiva tem um caráter hereditário.


> Além dessas causas biológicas, a depressão pode ser estimulada tam­bém por fatores sociais e psicológicos. Uma relação insatisfatória entre mãe e filho, por exemplo, pode, futuramente, provocar depres­são, especialmente quando combina-se com circunstâncias sociais difíceis. Por exemplo, uma mulher cuja mãe morreu cedo torna-se particularmen­te vulnerável se tiver que criar um fi­lho sozinha.

> A depressão também pode estar relacionada com a quanti­dade de situações ou mudanças difí­ceis na vida de uma pessoa.

 

INCIDÊNCIA

> Depressão é a doença psiquiátrica gra­ve mais comum. Cerca de 10 a 15% das pessoas sofrem desse distúrbio alguma vez na vida, especialmente em suas formas mais brandas.

 

> O tipo mais gra­ve e maníaco-depressivo afeta apenas 1 a 2% das pessoas deprimidas - no entanto, qualquer que seja sua forma, a incidência da doença aumenta com a idade. Isso pode ser uma conseqüência de isolamento social, falha de po­der mental ou doenças físicas.

 

> Aparentemente, a depressão é mais comum em mulheres: uma em cada seis pessoas do sexo feminino procu­ra ajuda para a depressão em algum momento de sua vida; mas apenas um em cada nove homens faz o mesmo. Isso pode significar que as mulheres são, efetivamente, mais vulneráveis a esse distúrbio ou, então, que elas têm mais disposição para procurar um médico que trate dos seus sintomas depressivos, enquanto os homens re­correm mais freqüentemente ao ál­cool, à violência ou a outras atitudes para expressar sua infelicidade.

 

TRATAMENTO

> Dependendo do tipo e gravidade da doença, existem três formas principais de tratamento da depressão.

> A psicoterapia, individual ou em grupo, é o mais indicado para pes­soas cuja personalidade e vivências são as principais causas de sua doen­ça. Existem vários tipos diferentes de terapia, desde técnica de abordagem informal e puramente prática para resolver problemas até as mais estruturadas, como a terapia cognitiva­comportamental e a psicanálise.

> O tratamento com drogas é feito em pessoas que apresentam sintomas físi­cos, de maneira predominante. Antide­pressivos são geralmente eficazes para dois terços desses pacientes, desde que sejam ingeridos em doses adequadas e por um período determinado.

> A terapia eletroconvulsiva é ministra­da sob efeito de anestesia geral, sen­do reservada para pessoas com de­pressão grae, especialmente aquelas que têm delírios ou não estão reagin­do favoravelmente a outras formas de tratamento. Os testes realizados com esse procedimento revelaram que ele alivia um estado depressivo grave mais rápido do que as drogas. Além disso, é seguro, eficaz e pode atémes­mo salvar uma vida; o único efeito colateral é uma possível perda tempo­rária e pequena da memória. 

 

PROGNÓSTICO

> Apesar da eficácia do tratamento com drogas, o suicídio continua a ser um sério risco para o depressivo: ele é res­ponsável por 50% das mortes de pes­soas que sofrem desse distúrbio. No entanto, esse risco pode diminuir substancialmente com a ingestão constante de antidepressivos. Com­parados com drogas mais antigas, os antidepressivos desenvolvidos recen­temente (como a serotonina) apresen­tam um número menor de efeitos colaterais; por isso, são mais apropria­dos para tratamentos prolongados



       

 

 

 

 

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(VERSÃO PARA IMPRESSÃO)

AVALIAÇÃO DE SINTOMAS DEPRESSIVOS

Escolha um número da escala abaixo que melhor descreva como você se sentiu pelo menos nas duas últimas semanas. Escreva o número escolhido no espaço correspondente à cada afirmativa.

 

0 = NADA           1 = POUCO           2 = BASTANTE            3 = EXCESSIVAMENTE

 
 
1. [  ] Sinto-me triste ou irritado.

2. [  ] Perdi o interesse ou o prazer por todas ou quase todas as coisas.

3. [  ] Perdi    ou     ganhei    peso,   ou     estou   com   o     apetite    diminuido   ou    aumentado diariamente (sem estar fazendo dieta).

4. [  ] Não consigo dormir ou durmo em excesso quase todos os dias.

5. [  ] As pessoas me dizem que estou mais lento ou mais agitado.

6. [  ] Estou cansado e sem energia quase todos os dias.

7. [  ] Sinto-me inútil ou culpado quase todos os dias.

8. [  ] Tenho dificuldade para pensar, concentrar-me ou tomar decisões quase todos os

dias.

9. [  ] Tenho desejado morrer ou me matar.

 


RESULTADO

 

Faça a soma dos pontos. Se for maior ou igual a 10, é provável que você esteja com

um quadro depressivo que requeira um tratamento medicamentoso. A presença de

pelo menos cinco dos nove ítens, em intensidade tal que acarretem prejuízo nas

atividades diárias, também é sugestiva de depressão.

 
 


 

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